02/04/06

Assaltam-me lembranças de outros hojes
em que era borboleta flutuando em teus braços
em teus abraços
em teus lábios....
em teus olhares doces, ternos e prolongados
em que me perdia
em que me aninhava,
e de tudo o resto me esquecia...

em que toda eu a ti pertencia
sem nada pedir
sem nada querer
sem nada exigir
apenas amar e ser amada!

11 comentários:

ACENDALMA disse...

... O sentir do olhar que sente...

Carlos disse...

AMO-TE ASSIM



Amo-te assim

Sem enfeites nem disfarces

Ungida pela água.

Cabelo corrido pelos ombros,

Olhos brilhantes de alegria e volúpia

Toda amor mar e harmonia

Como se tivesses descido do céu

E uma nuvem fosse o longo véu

Que nos envolvesse eternamente.

Nilson Barcelli disse...

Um bom poema de amor, ainda que dito no passado...
Beijos e boa semana.

Duarte disse...

Lindo Teresa. Simples e belo como o amor :) Beijinho

José S. disse...

É isso o amor. Pertencer sem "pedir", "querer" ou "exigir" mas se não tiver correspondência não é amor, é escravidão.

Amaral disse...

Um bonito poema. Se não tivesses terminado em "e ser amada", teríamos o conceito certo do "amor incondicional", a tua entrega completa, sem qualquer exigência, sem nada queres de volta, inclusivé, sem a condição de "ser amada"… Aqui está porque o "amor incondicional" não parece "humano" nem "possível" nesta vida!...

jorgesteves disse...

canção de Primavera...
jorgesteves
http://www.contextualidades.blogspot.com/

BlueShell disse...

Ai as recordações....
Uma lágrima e um beijo
BShell*(“*(“*(“*(“*(“*(*

António disse...

Como a simplicidade poética é bonita!

Beijinhos

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...
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