De pedra em pedra
enquanto o sol espreitava
namorando as folhas do amieiro
que alegre por ali crescia
olhando lá do alto,
estendendo os braços ao céu,
corria, indiferente ao rumor do vento,
dos humanos barulhentos,
às suas angústias ou anseios...
Foto: minha
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12 comentários:
Sintonia entre o poema e a belíssima fotos. Parabéns!
Bjs
Chris
Olhares tranquilos e transparentes, que retemperam a alma...
Beijo :)
de facto, a simplicidade é o gesto mais bonito, teresa :)
um beijo.
A magnífica simplicidade e indiferença da natureza perante as angustias e anseios humanos pode ser apaziguadora, depende só dos "olhares"
Um beijo TB
Oii flor.
Andei sumida mas tô voltando pro mundo blog,e claro comentando aqui sempre a partir de agora.
Ameeei o post!
Visite e comente à vontade sempre:
marcadorfluorescente.blogspot.com
=*
Passo a passo
o rumor do vento
deixa as suas marcas
de silêncio
Um "namoro" com as pequenas, grandes "coisas" da natureza, ausente do ruído, da confusão, longe da poluição humana e das multidões.
Um local onde se alcança a felicidade, a tranquilidade, a paz que tanto desejamos.
Gostei, muito.
Beijos
Et
Um rio corre sempre sossegado se não lhe profanarem a nascente...
Um belo poema!
Beijos.
boleia oferecida para outros encantos
Querida Teresa,
Passando por aqui e saindo gratificado, como sempre, pela qualidade dos seus textos. Um beijo
QUE LINDOOOO....SUUUrrisinhos:)
a simplicidade das palavras.
a foto. fraga da pena?
beij
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