10/01/11

Olhares

De pedra em pedra
enquanto o sol espreitava
namorando as folhas do amieiro
que alegre por ali crescia
olhando lá do alto,
estendendo os braços ao céu,
corria, indiferente ao rumor do vento,
dos humanos barulhentos,
às suas angústias ou anseios...


Foto: minha

12 comentários:

Cristina Fernandes disse...

Sintonia entre o poema e a belíssima fotos. Parabéns!
Bjs
Chris

AC disse...

Olhares tranquilos e transparentes, que retemperam a alma...

Beijo :)

alice disse...

de facto, a simplicidade é o gesto mais bonito, teresa :)

um beijo.

Ana Oliveira disse...

A magnífica simplicidade e indiferença da natureza perante as angustias e anseios humanos pode ser apaziguadora, depende só dos "olhares"

Um beijo TB

Lolzinhah disse...

Oii flor.
Andei sumida mas tô voltando pro mundo blog,e claro comentando aqui sempre a partir de agora.
Ameeei o post!
Visite e comente à vontade sempre:
marcadorfluorescente.blogspot.com
=*

Mar Arável disse...

Passo a passo

o rumor do vento
deixa as suas marcas
de silêncio

Et disse...

Um "namoro" com as pequenas, grandes "coisas" da natureza, ausente do ruído, da confusão, longe da poluição humana e das multidões.
Um local onde se alcança a felicidade, a tranquilidade, a paz que tanto desejamos.
Gostei, muito.
Beijos

Et

Graça Pires disse...

Um rio corre sempre sossegado se não lhe profanarem a nascente...
Um belo poema!
Beijos.

Rui disse...

boleia oferecida para outros encantos

Francisco Sobreira disse...

Querida Teresa,
Passando por aqui e saindo gratificado, como sempre, pela qualidade dos seus textos. Um beijo

Susaninha disse...

QUE LINDOOOO....SUUUrrisinhos:)

© Piedade Araújo Sol disse...

a simplicidade das palavras.

a foto. fraga da pena?

beij