16/09/12

Era uma vez...

Era uma vez...
Um Coelho manganão
Que passava noite e dia
Em alegre companhia
Nascera em toca de luxo
Rodeado de verdes prados,
Com Relvas para brincar.
Sonhando altos voos,
Enormes casarões
Para seus filhos criar.
Nasceram-lhe vários,
Até um mago, de seu nome Gaspar
Não havia um Belchior
Nem havia um Baltazar
Mas havia muitos outros
Para aos mais distraídos enganar...
Tão alto quis subir,
Tanto quis gosmar
Tanto quis subtrair
Tanto quis enganar
Que um dia
Os mais distraídos
Fizeram atenção
Uniram-se a peito
E fizeram uma manifestação
Gritaram, alto e bom som
Que assim não podia ser,
Que já era demais
Tanto roubo e penacho
E ali na rua mesmo
Quiseram meter o Coelho no tacho!


imagem do amigo Kaos, a quem agradeço.

3 comentários:

© Piedade Araújo Sol disse...

Oh T.

tão actual e a imagem do kaos ficou muito em

beijinhos

Nilson Barcelli disse...

Uma cambada de ladrões, a roubar os pobres para dar aos ricos...
Magnífico poema.
Teresa, minha querida amiga, tem um bom fim de semana.
Beijo.

mitro disse...

Isso queria ele! Tacho!
Mas este coelho não presta pra comer, está cheio de Mixomatose!