A generosidade é o piano do sentir...
Foto de z. a quem agradeço a generosidade.
03/05/11
01/05/11
leveza...
Sabes mãe, onde te vejo quando a saudade bate assim, daquela que parece não caber no peito?
Ali, na leveza da flor que secou e basta apenas um ligeiro sopro para se elevar desaparecendo no ar, tal como tu...
Ali, na leveza da flor que secou e basta apenas um ligeiro sopro para se elevar desaparecendo no ar, tal como tu...
E hoje, neste dia em que um pouco por todo o mundo festejam aqueles que ainda fazem acontecer a magia, dizem ser também dia de todas as mães...
talvez porque também as mães sejam um dos motores fundamentais do mundo?
Então interrogo-me assim, como sempre me conheceste a interrogar:
Se é tão importante o dia da mãe, porque andam sempre a mudar-lhe a data? O dia do pai, é sempre em data fixa. 19 de Março e nada mais!
Terá alguma coisa a ver com o poder do dinheiro, senhor de todos os dias?
Então interrogo-me assim, como sempre me conheceste a interrogar:
Se é tão importante o dia da mãe, porque andam sempre a mudar-lhe a data? O dia do pai, é sempre em data fixa. 19 de Março e nada mais!
25/04/11
Liberdade!
Festejar efemérides é, acima de tudo, permitir exigindo, que se cumpram os objectivos.
Que re.nasça em crescendo a esperança!
Imagem da net.
21/04/11
A rã
Há muito que vivia ali, sempre debaixo de água para passar despercebida.
As pedras eram a sua companhia. Solitárias e caladas apenas se olhando como quem sabe o lugar das coisas.
De quando em quando ouvia o chilrear dos pássaros que se misturava com as vozes dos humanos que por ali se deliciavam mergulhando nas águas do rio onde vivia.
As pedras eram a sua companhia. Solitárias e caladas apenas se olhando como quem sabe o lugar das coisas.
De quando em quando ouvia o chilrear dos pássaros que se misturava com as vozes dos humanos que por ali se deliciavam mergulhando nas águas do rio onde vivia.
Era nessas altura que sentia uma grande curiosidade e vinha à tona, lenta e timidamente espreitar o que se passava e por ali ficava, meio dissimulada pelas madeiras e ramos que lhe serviam de protecção. Usava de mil cautelas, pois já tinha ouvido uma conversa, sobre os humanos gostarem de se banquetear com as suas pernas.
Nessa altura, o seu coração de rã, já de si tão pequenino, ainda mais se encolheu pensando que poderia acabar, assim panada, no prato de alguém.
Graças ao seu cuidado, já tinha assistido ao passar de Verões, altura que atraía muita gente aquele local, a que ouvira chamar Praia Fluvial e que enchiam o ar com barulhos estranhos, fumo de brasas e odores de comidas várias. Nessa altura, os seus cuidados teriam de ser redobrados pois a água ficava povoada de crianças e pais brincando e mergulhando, como ela, dentro do Rio, numa amálgama de pés, mãos, braços e corpos.Nessa altura, o seu coração de rã, já de si tão pequenino, ainda mais se encolheu pensando que poderia acabar, assim panada, no prato de alguém.
Estava sempre desejosa que chegasse o Inverno, que trazia consigo a paz e o sossego, a água do rio ficava mais quente e caudalosa, o que permitia às ervas crescerem tapando uma grande quantidade de pedras que lhe serviam de abrigo.
Foi numa destas espreitadelas curiosas que eu a apanhei, não para lhe comer as pernas, mas sim, para a fixar na imagem e trazê-la até vós.
05/04/11
01/04/11
27/03/11
25/03/11
Céu...
- O que trazes aí escondido na palma da tua mão?
- Um balão.
- Um balão?
- Sim. Para voarmos os dois...imagem encontrada na net
24/03/11
Gritos de papel
É já na sexta-feira próxima, que a amiga Filipa Epifânio vai lançar o seu primeiro romance.
Será um ponto alto na sua vida e por isso aqui fica o convite e um beijinho meu, com votos de grande sucesso!
Será um ponto alto na sua vida e por isso aqui fica o convite e um beijinho meu, com votos de grande sucesso!
21/03/11
Primavera!
Dobrada pela cintura,
foucinho na mão,
Cortas com desvelo
pedaços de Primavera
que carregas à cabeça
Sabes da cor
De tão preciosa carga
Não lhe conheces o nome,
Apenas o cansaço e suor
Da urze e da carqueja, conheces a flor,
Sorris,
Sabendo apenas
Que irá ser conforto de estômago e corpo
De outros seres,
Que conheces pelo nome,
e te irão um dia também
mitigar a fome.
Sorris do cansaço que negas ter,
Sorris do peso da Primavera
Que negas sentir,
Sorris apenas
E segues o teu caminho
Indiferente
Ao meu olhar que se orvalha...
Uma menina que encontrei nas minhas deambulações e a quem tirei uma foto com a sua autorização. O rosto ficou na sombra com um propósito. Por isso a coloco aqui.grata!
20/03/11
A ti, Graça Pires!
O dia vestiu-se de sol e azul para acolher gente bonita unida por fios mais invisíveis do que teias de aranha, prontos a unir-se formando a colcha de renda...
A poeta Graça Pires deu o mote, tocou o tambor do chamamento que todos esperavam para meterem pés a caminho...apresentação do seu novo livro: "A Incidência da Luz".
Local de encontro: Biblioteca Municipal de Cascais.
E acorreram, vindos de todos os cantos deste nosso belo país as gentes, que unidas na mesma causa, a poesia, acudiram ao chamamento.
E foi bom ver os rostos sorridentes como aquele sol que nos aquecia os ombros por fora como o sorriso aquecia os corações por dentro.
Braços no ar em que a mão era o complemento do sorriso em acenos de gostar!
A IMF no seu jeito próprio de quem pede desculpa por ali estar, abriu a boca e soltou a genialidade da palavra, a sua!
A Alice, numa voz calma e pausada, deu a conhecer aos presentes o posfácio da sua autoria e que se pode encontrar no final deste pedaço de poesia onde a luz incide.
O vitor Mateus, A Gisela, o Rui e tantos outros da assistência de que desconheço o nome, agraciaram a presença e a dádiva da autora, lendo de forma sentida, poemas que escolheram deste livro.
e eu, qual pena de pássaro esvoaçante, também lá estava com o sorriso no olhar e tentando registar o momento.
Perdoem a foto porque a minha vontade é muito maior do que o trabalho final. :)
a todos um beijo enorme, porque adorei rever os amigos já conhecidos e conhecer as novas caras por detrás das palavras!
Bom domingo!
A ti, Graça o meu obrigada de uma forma particular pela generosidade da partilha de tão lindos sentires que nos chegam bem fundo da alma.
18/03/11
Simplicidade
Na sua singeleza rebentou do ventre da terra
abriu os frágeis tentáculos
entrelaçando quem lhe tinha dado vida,
ergueu os olhos ao sol,
confundiram-se os amarelos...
... na Serra do Socorro
11/03/11
Escrita com luz
Porque vai ser um momento ímpar e porque gosto da autora e do que escreve. E com o selo de garantia de Isabel Mendes Ferreira... não esquecendo a Alice Macedo Campos cuja escrita é muito própria.
Eu vou estar e espero que muitos outros amigos também.
(Clique em cima para ampliar a imagem)
Eu vou estar e espero que muitos outros amigos também.
(Clique em cima para ampliar a imagem)
10/03/11
tarefas
A dignidade não está na tarefa que fazes, mas na forma como a fazes...
08/03/11
27/02/11
Amor
A morte vestiu-se de barco em corpo de água...
Tinha asas e voava, alegre e feliz percorrendo o céu, namorando o mar, banhando-se nas suas ondas em alegres gritos de prazer sempre que recolhia no seu bico o alimento da vida, dádiva que agradecia.
Apreciava durante os seus voos tantos olhares de quem sonhava como ela, voar livre amando o mar.
Apreciava durante os seus voos tantos olhares de quem sonhava como ela, voar livre amando o mar.
Tinha asas e voava, mas... como todos os seres vivos que habitam este planeta, sabia da sua finitude e que chegaria o seu ponto de partida. O dia em que sobre as suas asas sopraria um vento leve e frio derrubando-as na areia que lhes seria manto e mortalha.
Tinha vivido cada momento e quando se diluísse iria ser parte desse mar que tanto amara em vida, por isso partia feliz de onde e para onde sempre pertencera...
foto de Z. a quem agradeço
18/02/11
esvoaçando 1
Bom amigo,
Entendo da tua necessidade de saber se me sinto bem. Entendo-a por mim.
Sabes que felizmente os dias não são iguais e sou pessoa de pegar numa
vassoura e vassourar nuvens negras...
Sabes que felizmente os dias não são iguais e sou pessoa de pegar numa
vassoura e vassourar nuvens negras...
Nem sempre, no entanto, temos a força necessária, para tantas agressões exteriores a nós, a que somos diariamente, sujeitos...
Mas sim, hoje o dia acordou risonho, fui à praça da rua comprar fruta, legumes e outras coisas necessárias à alimentação da família, ajudei e fui ajudada e por isso só tenho de dar graças pelo que me é dado. Além disso tenho as tuas palavras sempre amigas e ternas que ajudam a encher os dias de um pouco mais de sol...
Envio-te algo hoje, que sei e entendo pertencer à chamada cultura mas que para mim (isto é um segredo que te revelo) não tem qualquer valor. É austero e sempre que olho para esta concentração de riqueza, vejo a fome e sofrimento de tantos povos para que isto se materializasse e materialize em nome de um Deus que sendo amor, querem transformar em fausto e glória de bens terrenos.
Afinal nascemos, vivemos, morremos e tudo fica, até que o tempo o apague na sua borracha impiedosa, dizem uns, eu direi apenas inteligente...
Sei que sou esquisita e estranha. Tenho vivido com este estigma desde tenra idade de tal modo que já me é pele, por isso te digo este segredo por saber que me entendes e me aceitas com toda a minha estranheza, tal qual sou.
E assim, porque hoje é sexta e amanhã dizemos adeus à rotina que tanto nos "aperreia" o viver, te envio beijos na ponta dos dedos soprados com um sorriso
para que o dia te seja um pouco mais...
Mas sim, hoje o dia acordou risonho, fui à praça da rua comprar fruta, legumes e outras coisas necessárias à alimentação da família, ajudei e fui ajudada e por isso só tenho de dar graças pelo que me é dado. Além disso tenho as tuas palavras sempre amigas e ternas que ajudam a encher os dias de um pouco mais de sol...
Envio-te algo hoje, que sei e entendo pertencer à chamada cultura mas que para mim (isto é um segredo que te revelo) não tem qualquer valor. É austero e sempre que olho para esta concentração de riqueza, vejo a fome e sofrimento de tantos povos para que isto se materializasse e materialize em nome de um Deus que sendo amor, querem transformar em fausto e glória de bens terrenos.
Afinal nascemos, vivemos, morremos e tudo fica, até que o tempo o apague na sua borracha impiedosa, dizem uns, eu direi apenas inteligente...
Sei que sou esquisita e estranha. Tenho vivido com este estigma desde tenra idade de tal modo que já me é pele, por isso te digo este segredo por saber que me entendes e me aceitas com toda a minha estranheza, tal qual sou.
E assim, porque hoje é sexta e amanhã dizemos adeus à rotina que tanto nos "aperreia" o viver, te envio beijos na ponta dos dedos soprados com um sorriso
para que o dia te seja um pouco mais...
Com amizade, até outro momento
TB
foto de uma catedral de Milão
06/02/11
Egos
Por cima dos canteiros onde os pais cultivavam os mimos para a sua subsistência havia sempre uns seres que a menina achava imensamente engraçados, por tão ridículos.
Não eram assim de pele como ela e as outras crianças, mas sim feitos de palha, os braços e as pernas eram de pau e sempre com um chapéu, também feito de palha, na cabeça. Pensava a menina que fosse para se protegerem do sol e da chuva pois que permaneciam imóveis dias e dias...
Ela costumava ficar por ali admirando aqueles seres bizarros. Os pássaros vinham em bandos namorar as “novidades” verdinhas e viçosas e poisavam em cima destas figuras tornando-as ainda mais estranhas.
Um dia a menina perguntou à mãe:
- Mãe, para que servem estes seres, por ali sempre imóveis nos canteiros?
A mãe sorrindo respondeu:
- São para afugentar os pássaros.
- Então porque pousam os pássaros neles? Parecem ter pouco medo- respondeu a menina.
- Sabes, os pássaros são sábios.
Eles sabem que são apenas figuras de palha. Pela vida fora irás encontrar muitas figuras assim...
foto da net
23/01/11
A Pastora de Palavras
Tinha nascido menina bela, com uns olhos onde cabiam todos os mares, a cabeça adornada de belos cachos loiros como uvas maduras beijadas pelo sol do Verão, um sorriso mais brilhante que o mais belo luar de Janeiro e uma doçura que encantava o bosque onde nasceu.
Tão bela criatura tinha de ser abençoada.
No bosque viviam as fadas, seres encantados que apenas as crianças viam e ouviam, e que tinham poderes especiais que davam aos meninos que se portavam melhor , obedientes aos pais e amigos de todas as criaturas do Bosque.
A bela menina, andando por ali distraída vendo as flores e as borboletas que com todas aquelas cores, quase se confundiam com elas, ouviu uma vozinha falando baixo e suavemente que lhe disse:
- Linda menina, eu sou a tua fada madrinha, vim porque tenho um poder especial para te dar. O que queres ser durante a tua vida?
A menina, apanhada de surpresa, ficou calada. Ela gostava muito de ver os animais do Bosque, as flores, as borboletas, as árvores, os tapetes de musgo verdinho no Inverno, e sobretudo os rebanhos de ovelhas e cabras que costumava apreciar pela orla do bosque como pontinhos multicolores destacando-se do resto da paisagem, enquanto o pastor encostado ao seu cajado, por ali ficava olhando a paisagem e o seu rebanho conversando com os cães pastores e lhes assobiava para juntar os animais. Então a menina disse à fada:
- Quero ser pastora!
A fada ouvindo aquele curioso pedido, disse-lhe:
- Assim será! No entanto serás Pastora não de animais mas sim de Palavras. Dito isto, tocou-lhe com uma varinha que tinha na mão, mais parecendo uma estrela de tão brilhante, e foi-se embora.
A menina ainda mal refeita da surpresa começou a apalpar-se para ver o que tinha mudado e não encontrou nada diferente.
Passou o tempo, a menina foi crescendo,saiu do bosque para outro local e foi para a escola. Estudou muito, sempre estudiosa e dedicada começando a sentir um gosto e carinho especial pelas palavras.
A paixão foi crescendo à medida que o tempo passava e a menina se ia tornando adolescente e mulher e de tal ordem a foi acompanhando que se tornou uma escritora ímpar.
Viajou, conheceu outros países com pessoas diferentes e modos de vida diferentes, sempre com o afã de saber mais e adquirir mais conhecimento enriquecendo assim a sua existência e essência.
Quando se sentava para escrever as palavras nasciam em cascata do seu pensamento e passavam pelos dedos como rios. Senhora conhecedora do visível e do invisível, do dizível e do indizível, dos mistérios de deuses e anjos, e da imensidão entre o céu e o mar, tudo sabia e tudo escrevia, como se dentro dela todas as fadas encantadas tivessem morada e todas as estrelas fossem sua morada.
E eu que tive o privilégio de a conhecer e de me encantar com a sua escrita sublime, com a sua forma de ser humilde, com o seu sorriso meigo, doce e algo envergonhado, quase pedindo desculpa por existir, faço este pequeno registo, antes que chegue o dia em que a folha que sou caia e se dilua na finidade dos dias, para que a memória não se perca pelos tempos...
Dedico estas palavrinhas à Pastora de Palavras,autora das pérolas cuja capa trago aqui, e de outras iguais.
Com toda a minha estima, amizade e gratidão.
16/01/11
A menina do rio
Era uma vez uma aldeia muito bonita espalhada por montes, por onde as casas se iam distribuindo como se fossem árvores.
Esta aldeia era quase em tudo semelhante a todas as outras.
No vale havia uma várzea verdejante, contente em ter por companheiro o rio que a serpenteava, de água tão límpida e transparente que mais parecia prata, quando o sol com os seus reflexos a beijava e onde as enguias e outros peixes corriam alegremente alimentando-se de coisinhas pequenas que iam apanhando ao longo da corrente.
Nas margens do rio havia salgueiros, amieiros, choupos, loureiros e outras árvores cujo nome a menina desconhecia.
Havia ainda silvas que a cada Primavera se cobriam de flores belíssimas, de um rosa desmaiado e que faziam as delícias das abelhas e besouros.
A menina sabia, porque por ali andava sempre namorando o rio e tudo o que acontecia à sua volta, curiosa e ladina, de tal forma que lhe chamavam a menina do rio, que aquelas flores agora tão pequenas e tímidas iriam transformar-se em belas e suculentas amoras pretas lá mais para o Verão, e que fariam as suas delícias e a dos outros meninos como ela.
O amor pelo rio tinha-lhe vindo desde tenra idade, tão pequenina era que mal se sustinha em pé ainda, mas já acompanhava a mãe que ia lavar a roupa. Às vezes ia no alguidar que a mãe transportava à cabeça e ficava sentada ao abrigo da copa de uma oliveira, enquanto a mãe lavava a roupa. Mais tarde, já ela ia também ajudar, nasceu-lhe um grande amor pelo rio e suas criaturas.
O amor da menina pelo rio foi crescendo à medida que as pessoas menos importância lhe davam.
Começaram a jogar para o seu ventre as coisas mais incríveis: lixo que se ia acumulando mais e mais e que a menina via e se sentia totalmente incapaz de fazer parar.
O rio começava a ficar doente e a menina entristecia a cada dia mais e mais.
Então, a Mãe Natureza que a tudo assiste, umas vezes calada outras gritando de forma a que se faça ouvir, vendo a tristeza do rio e da menina, chorou, chorou, chorou juntando as suas lágrimas às da menina e do rio.
As lágrimas, em forma de chuva começaram a encher o rio e o lixo que lá estava acumulado e que ocupava muito espaço, não deixava a água correr.
Foi enchendo, enchendo até não caber mais e transbordou alagando a bela várzea e levando consigo as verdejantes culturas e tudo o que se atravessava à frente.
As pessoas, vendo aquilo, levavam as mãos à cabeça amaldiçoando a sua sorte.
Mas a menina do rio, disse-lhes:
Vocês é que tiveram a culpa. Não respeitaram o rio nem as suas margens, encheram-no de lixo e ele chorou. É a forma que a Mãe Natureza tem de vos dizer que devem parar e inverter o caminho.
As pessoas em silêncio e algo envergonhadas por uma menina lhes dar uma lição escutaram as palavras e prometeram que iriam limpar o rio, mal a chuva parasse.
Como todos sabemos, a Mãe Natureza escuta as palavras que vêm dos nossos corações e por isso, parou de chorar. O sol apareceu sorridente secando a água que voltou ao normal e as pessoas todas juntas limparam o rio ficando este de novo belo, com a água transparente correndo livre e cantando de pedra em pedra.
O solo ficou fértil dando de novo lugar às mais belas e verdejantes culturas.
As crianças na escola aprenderam que se deve respeitar a Natureza porque todos fazemos parte dela.
Nota: Escrevi esta pequena história para oferecer aos "Ursinhos Carinhosos" que desenvolvem um trabalho em parceria com uma escola de Portugal,sobre um dos nossos rios.
Com um beijinho carinhoso.
A foto é da net.
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